Contrato de crédito rural contratos empréstimo rural financiamento rural divida contratos rurais Defesa Rural Livro com estratégias jurídicas para revisão de contratos de financiamentos rurais revisão de contratos de crédito rural revisão contrato empréstimo rural emprestimo agricola financiamento agrícola Açao juridica contestação negociação de dividas contratos de empréstimos agrícolas financiamentos agricolas

09 de Setembro de 2010 Nossos Produtos
Contrato de Crédito Rural Estratégias jurídicas para revisão de contrato de financiamento rural revisão de contratos de crédito rural revisão contrato rural revisao emprestimo agricola revisao financiamento agrícola Contestação de contratos rurais negociação divida de empréstimo agrícola divida financiamento agricola Home Acompanhamento Processual
Defesa Rural Contrato de Crédito Rural Estratégias jurídicas para revisão de contrato de financiamento rural revisão de contratos de crédito rural revisão contrato rural revisao emprestimo agricola revisao financiamento agrícola Contestação de contratos rurais negociação divida de empréstimo agrícola divida financiamento agricola
[Meu Cadastro]
Nossos Produtos
Onde Estamos:
 
Barretos / SP
Av. 9, 841 - Centro
CEP: 14780-250
Telefones: (17) 3323-3499
  (17) 3323-8451
 
Veja outros endereços

 

Você está em: Home / Últimas Notícias Voltar

 
Projeto prevê mecanização para ampliar renda do trabalhador e eficiência da colheita do café - 18/02/2010
 

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA já estuda a proposta apresentada pelo presidente da Cooparaiso, deputado federal Carlos Melles (DEM-MG) que propõe qualificar a mão-de-obra do trabalhador rural, que atua na colheita de café através da mecanização. “A cafeicultura busca qualidade e redução de custo através da colheita, por isso, nós estamos propondo este projeto que visa a eficiência da colheita por meio da mecanização, valorizando o homem com aquele trabalho braçal, que ele pode fazer através de derriçadores manuais motorizados e não mais através das suas mãos, com isso o trabalhador vai poder fazer o seu rendimento multiplicar por três ou quatro vezes, e consequentemente os seus ganhos também crescerão”, comenta Melles, que preside a Frente Parlamentar do Café no Congresso Nacional e adiantou que nos próximos dias irá procurar ampliar a discussão sobre o tema com os sindicatos dos trabalhadores e dos produtores rurais. Antes do carnaval, o deputado apresentou o projeto de mecanização do trabalhador rural ao Secretario Nacional de Produção e Agroenergia, Manoel Bertone, que de imediato apresentou ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que por sua vez ficou entusiasmado com a envergadura social e econômica da proposta e pediu providências para sua viabilização para a colheita desta safra.

“Queremos que o governo seja o grande aliado e parceiro no financiamento dessas máquinas com redução de todos os impostos – a exemplo do que foi feito com a linha branca e com as motocicletas”, explica o deputado, reforçando que será buscada a parceria também com os fabricantes, para que o setor produtor possa já na próxima safra ter uma máquina manual de colher café para cada trabalhador. “Com isso, teremos melhoria de qualidade, melhoria de rendimento, qualificando e treinando o trabalhador, melhorando eu repito a sua qualidade de vida e o seu rendimento. É um programa virtuoso, é um programa que certamente terá um grande sucesso”, aposta o dirigente da Cooparaiso.

A disponibilidade de mão-de-obra na região do Sul de Minas, vem se tornando cada vez mais insuficiente para atender a vasta demanda do setor agropecuário em especial para a cafeicultura, sobretudo no período de colheita, que culmina com o período de colheita de cana de açúcar, de forma que esta realidade vem determinando a mudança no processo produtivo do café, dentro do contexto da agricultura regional, soltando as amarras do manejo tradicionais dependente de grande contingente de trabalhadores e ingressando nas operações semi mecanizadas ou mecanizadas que está sendo trabalhado pela Cooparaiso. 

Carlos Melles disse estar ciente de alguns entraves, como por exemplo, a disponibilidade das fábricas para a entrega da quantidade de máquinas necessárias para atender todas as regiões cafeeiras. “É preciso uma convergência de propostas e de união de pessoas, é preciso convergência daqueles que são interessados. Quem é interessado? Tem que ser o produtor rural, o trabalhador rural, as suas representações de classe, os sindicatos dos trabalhadores rurais, os sindicatos dos produtores rurais, as suas cooperativas”, explica o deputado.

“Vamos ter que fazer uma parceria com as produtoras de máquinas numa escala surpreendente, temos que saber a capacidade fabril”, analisa Melles, apresentando dados que mostram que a Cooparaiso, ao longo desses últimos três anos, vendeu cerca de 6 mil colhedeiras manuais. “Nós queremos só nesse ano colocar mais de 10 mil colhedeiras na mão de cada trabalhador. Estima-se que em São Sebastião do Paraíso – sede da Cooperativa, na colheita de café estejam envolvidos mais de 6 mil trabalhadores, na região da cooperativa como um todo nós devemos ter mais de 60 mil trabalhadores, e a ideia é fazer esse homem mais eficiente, mais eficaz.

Empreendedor Individual – Além do programa de mecanização, a proposta da Cooparaiso ainda prevê a possibilidade de fazer com que o trabalhador rural possa ver sua profissão formalizada. “Estamos vendo essa possibilidade, o trabalhador pode ser um Empreendedor Individual. Ele poderá até financiar sua própria máquina através do crédito rural, vai haver uma combinação de governo federal, estadual, de cooperativas, de sindicatos e sistema financeiro”, diz o presidente da cooperativa, que se entusiasma ainda com a possibilidade do trabalhador rural ganhar todos os benefícios da formalização como Empreendedor Individual, como por exemplo, cobertura previdenciária, direito à aposentadoria, licença maternidade, regularização de sua atividade profissional e acesso a crédito bancário.

“Ganha todos, eu acho que isso aí é quase a salvação da agricultura, em média 40% do custo de produção do café é composto pela colheita, que é manual e hoje já não tem mais a disponibilidade de pessoas, de mão-de-obra de treinamento de puxar o café de grão a grão, galho por galho, então a facilidade da máquina multiplica por 3 ou 4 vezes o rendimento do ser humano. Facilita o trabalho, melhora a qualidade da colheita, isso tudo é uma convergência positiva”, avalia o presidente da Cooparaiso, que na semana passada reuniu-se com o professor Fábio Moreira da Silva, da Universidade Federal de Lavras – Ufla, estudando e enriquecendo um documento que deverá ser apresentado oficialmente ao ministro Reinholds Stephanes, com essa proposta revolucionária na colheita do café.

 
 


Home
| Empresa | Defesa de Produtores rurais | Livro Contratos de Crédito Rural | Análise de contratos rurais | Mapa do Site | Contato
   
Desenvolvido por virtualCOMM - Solues Completas para Internet
Defesa Rural - Rec. e Neg. de Div. Rurais Ltda.
Todos os Direitos Reservados - Copyright 2010